Uma assasina fria, que planejou minuciosamente o seu crime antes de praticá-lo. Desta forma o promotor José Carlos Cosenzo apresenta em sua denúncia
a ré Elize Araújo Matsunaga, autora confessa do assassinato e
esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, no dia
19 de maio. O relato do crime apresentado ontem pelo promotor à Justiça
traz novos detalhes sobre a forma de atuação de Elize.
Segundo o promotor, Elize já planejava o crime quando contratou o
detetive particular William Coelho de Oliveira para vigiar os passos de
Marcos Matsunaga. Do interior do Paraná, para onde viajou com a filha,
Elize telefonava a uma das empregadas da casa para monitorar os passos
do marido. Quando a empregada avisava que Matsunaga havia saído, Elize
acionava o detetive. O mapa das ligações feitas por Elize mostra,
segundo o promotor, que ela ligou diversas vezes para o detetive. “Ela
já sabia das traições e buscava no detetive as provas”, afirma Cosenzo.
"Ao vê-lo com a amante, ela assisita a um filme do qual já havia sido a
protagonista."

Nenhum comentário:
Postar um comentário